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Mais um sucesso!! muito, muito bom. Vamos ver se a E. também gosta.
Hommus ou Patê de Grão de Bico
250g de grão de bico
4 colheres de sopa de azeite
2 dentes de alho (esqueci-me de colocar e mesmo assim ficou excelente)
um ramo de folhas de hortelã
sal
coentros
temperos a gosto
Cozinhe o grão de bico na panela de pressão por 30
min No liquidificador, junte o grão de bico cozido e
os temperos de sua preferência(e demais ingredientes),
junto com água do cozimento(o suficiente pro
liquidificador funcionar, não muito).Se não tiver grão
de bico, faça o patê com: ervilha partida, lentilha,
feijão(preto, azuki, fradinho, branco,etc). Bata até
obter um creme grosso. Coloque num recipente e guarde
no frigorifico.
Acompanhei com Tahine (pasta de sésamo) feita por mim. Dá-lhe um gosto mais forte.
Kebabs de carne e nozes
Ingredientes
500 g de carne picada (vaca ou borrego)
100 g de nozes
½ pimento vermelho médio
½ colher de chá de gomásio (sal com sementes de sésamo)
Pimenta
Coentros a gosto (se optar por carne de borrego, use hortelã ou menta)
No robô de cozinha, pressionando o botão turbo 2 ou 3 vezes, picar as nozes e o pimento grosseiramente. Juntar os coentros, a carne picada e os temperos. Misturar até ficar homogéneo. Formar os kebabs, moldando-os em redor do espeto (se usar um espeto de madeira, deve molhá-lo para não queimar). Cada espeto levou 2 kebabs. Se usar um grelhador de bico de fogão ou uma frigideira, não é obrigatório que use os espetos de madeira, basta moldar os kebabs com o formato e tamanho que desejar, míni hambúrgueres, por exemplo. Vai 20 minutos ao frigorífico. Grelhar.
Fiz de um dia para o outro porque assim torna-se mais fácil moldar os Kebabs. Fiz uns mais pequenos que outros. Para quem gosta de carne mal passada aconselho a faze-los maiores.
Acompanhei este prato com um cuscus.
Andei à procura de um chapéu retro, que me lembrasse os anos 50. Encontrei uns chapeus lindissímos na etsy e outros numa das lojas da Faces da Lua, na Baixa de Lisboa. O problema é que custavam entre 50 a 62 euros.
Lembrei-me de fazer um destes objectos, com a ajuda da minha mãe. O resultado é este.
É feito em crochet. Leva um laço, em veludo preto e tule para chapeus. O mais caro é mesmo o tule.
O CTT tem um serviço que funciona muito bem.Não cuts nada ajudarmos outras crianças. É só dirigir-mo-nos a uma estação dos CTT e eles tratam do resto. Dizem os CTT no site http://www.ctt.pt/fectt/wcmservlet/ctt/i
"Nos CTT acreditamos que é possível fazer a diferença através de pequenos gestos. Com isso em mente, decidimos unir esforços com Instituições que trabalham diariamente para reduzir os efeitos da pobreza e exclusão social em muitas famílias portuguesas. E para podermos chegar ao maior número de famílias possível, contamos também com a sua ajuda.
É muito simples participar nesta acção de solidariedade. Basta dirigir-se até uma Estação de Correio com o seu contributo, pedir uma das nossas caixas solidárias e colocar o mesmo lá dentro. E para enviar, assinale qual a Instituição a ajudar. Pode contribuir com alimentação, roupa, artigos de higiene para adultos e bebés, artigos didácticos e informáticos. O resto fica nas mãos da rede CTT, garantindo, assim a entrega da sua mensagem às mãos de quem precisa. Um pequeno gesto que faz uma grande diferença. Peça a sua caixa nas Estações de Correio e Ajude a mudar o mundo de uma família carenciada."
Como sabem gosto de inventar receitas. A última ideia foi uma lasanha de Salmão muito simples de fazer, para quem anda sempre ocupado. Dá para 2 refeições.
DICA: em vez de utilizar algum dos queijos italianos habituais nestas receitas experimente um queijo português como o da Ilha. Além de estarmos a ajudar a economia nacional a receita fica muito mais saborosa.
Ingredientes
1 pacote de queijo da Ilha ralado
1 pacote de natas de soja
folhas de lasanha
2 postas de salmão
1 molho de espinafres
coentros, q.b.
sal, q.b.
caril, q.b
2 dentes de alho
nóz-moscada, q.b
Cozer as postas de salmão com 1 dente de alho e um molho de coentros. Numa frigideira anti-anderente colocar 2 dentes de alho esmagados, um fio de azeite e um pouco de caril. Colocar os espinafres na frigideira, mexer e depois de 10 minutos desligar o lume. limpar o salmão das espinhas e peles. colocar o salmão num recipiente anti-refractário e ir alternando com os espinafres, o queijo e com a folha de lasanha. Depois da lasanha montada colocar uma pitada da nóz-moscada nas natas de soja e espalhar este creme na lasanha. Levar ao forno ou ao micro-ondas.
Numa altura de crise justifica-se cada vez mais a poupança. Nomeadamente, poupa-se em bens que não são essenciais: roupa, sapatos, por exemplo. Aliada a esta preocupação é necessário ter uma consciência ecológica. Porque não comprar roupa em segunda mão? os portugueses ainda manifestam alguma vergonha em frequentar este tipo de lojas apesar de em Madrid ou em Londres haver uma procura enorme da moda vintage e de roupa em segunda mão.
Eu sou uma cliente frequente da Humanas, na Almirante Reis (http://www.humana-portugal.org/). Para além de ajudar as pessoas carenciadas em África, comprando e dando roupa e acessórios, ainda estou a contribuir para um mundo melhor.
Tenho feito boas compras retro e a bons preços na Humanas e na Trapizonga. Na Humanas é necessário perder algum tempo a procurar "preciosidades". No meio de roupas em bom estado, mas sem graça, encontramos também coisas novas e de boas marcas. Têm ainda roupa de casa, de criança e calçado.
Existe uma outra loja - a Trapizonga, em Arroios e General Roçadas (Lisboa); em Almada; Aveiro e Viseu. Nesta podemos encontrar muita roupa vintage (anos 70 e 80), adquirida nos Estados Unidos. É um pouco mais cara que a Humanas mas tem coisas lindissímas.
Temos ainda, em Lisboa, a Faces da Lua (baixa) mas acho excessivamente cara apesar de terem também um Outlet....
O segredo para não parecermos totalmente destoadas do nosso tempo é combinar peças vintage com acessórios, calçado ou outra ropa mais actual. Deixo aqui um exemplo
Este Vestido, bastante geométrico e com cores muito vivas, a contrastarem com o preto, é combinado com umas botas muito casuais, da Camper. Custo: 18 €, Humanas.
No Largo V. Damásio nº 3 A (Santos) existe um restaurante italiano, cuja comida não posso deixar de mencionar. Gosto muito de comida italiana, conheço bem a comida do Norte deste país devido aos nosso amigos italianos (que são excelentes cozinheiros) por isso sei que não é fácil confeccionar os molhos, as pastas, etc. Não sei porque é qualquer pessoa acha que pode elaborar uma boa piza ou um bom spagheti à carbonara. Por isso é que proliferam na capital os maus restaurantes italianos (também temos uns muito bons, basta irem à Rua de S. Bento, ao Chiado e a Santa Apolónia. Não se admirem de não mencionar Santa Marta. A razão é simples: a qualidade não corresponde ao preço. Não é aceitável comer uma massa com mariscos, completamente desfeitos ou as sobremesas serem de compra e de má qualidade).
Mas sem dúvida que as experiências gastrónicas em Santos são das piores que já tive. Pedimos uma sopa de tomate para a E. Á primeira colher desatou aos berros, à segunda vomitou. E porquê? porque a sopa era de pacote, cheia de corantes e com um sabor horrível. As crianças de 2 anos já têm paladar!!! O meu espargete à carbonara vinha com uma carne não identificável e com um sabor bastante semelhante ao da sopa da E. Os escalopes do maridinho também estavam sem sabor. Nem sequer arriscámos experimentar uma sobremesa.
O espaço é bonito, com umas cadeiras em veludo a contrastar com as toalhas em xadrez. O atendimento é correcto mas a comida é péssima.
Ai que saudades da comidinha da prima Guya, do Goffredo e do Riccardo (que fez de raíz a melhor massa que já comi na minha vida).
Nem nas férias consigo estar quieta. Comprei esta cadeira por 5 euros. A madeira é boa mas faltava-lhe um bocado. A ideia era substituir umas das cadeiras da cozinha, da Tom-Tom, que se partiu. Como gosto de contrastes resolvi misturar, mais uma vez, o moderno com o antigo.Primeiro lixei a cadeira com uma lixa P 220. Limpei e lixei novamente. O meu pai arranjou-me um bocado que faltava com um pedaço de madeira. Como esta não tinha a altura da cadeira utilizámos cola de madeira misturada com raspas. Depois de secar pintei com tinta de madeira preta. Não se nota o remendo. Em seguida colei, seguindo a técnica do guardanapo, papel às bolas. Depois passei um verniz incolor. Optei por não passar o betume da madeira para tapar os buracos porque gosto de objectos vividos. Assim, a cadeira tem uma outra história apesar de não estar perfeita.
O custo total: 9 euros
A E. não gosta de comer. Ai, parece mesmo a minha avó!!! Ela come de tudo (soja, lentilha, todo o tipo de peixe e carne) mas em poucas quantidades. Ando sempre a inventar receitas, especialmente comida com fruta (A E. gosta muito).
Ontem fiz uns folhados de castanhas muito bons. Aqui vai a receita, inventada por mim. Não via a E. a comer assim há muito tempo. Foi um sucesso.
Ingredientes:
400 gr de castanhas congeladas (usei as do Pingo Doce)
massa folhada do DIA (depois de experimentar várias marcas acho que esta cadeia oferece a melhor opção)
1 cebola
1 ovo
alho
manjericão, q.b
limão
alho
azeite, q.b
Refoguem a cebola e o alho em azeite. Juntem as castanhas, anteriormente cozidas. Juntem o sumo de meio limão e o manjericão. Deixem 10 minutos ao lume, sem deixar agarrar.
Cortem a massa folhada em pequenos quadrados e recheiem com as castanhas. Pincelem as almofadas com o ovo batido e levem ao forno, por 20 minutos. Entretanto, cortem uma beringela às fatias. Coloca-se num recipiente refractário. Coloquem por cima algum azeite, tomilho e as restantes castanhas. Leva-se ao forno.
Este ano não vou comprar prendas de Natal para ninguém. Vou fazer todos os presentes. O ano passado incomodou-me muito a quantidade de prendas que a E. recebeu. Não é necessário todo este excesso de consumismo que só a prejudica.
Já a pensar no Natal, preparei licor de Amora (das silvestres, apanhadas por mim) que no Natal estará pronto. Fiz um protector para os bules de chá, em tecido e feltro (ainda não está pronto), com diversos restos, e estou a fazer umas argolas em missangas para o Natal.
Ainda não sei o que vou fazer para o meu pai e para o maridinho!!!!
Até lá coloco as fotos daquilo que ando a fazer.
Tem estado uma calor infernal. Não se aguenta estar em casa e só apetece coisas frescas. Ontem tive a triste ideia de levar o marido e a E. à gelataria Surf, perto da Praça de Londres (Lisboa).
Já não frequentava o local pelo menos há 2 anos. A última vez que lá fui tivemos uma experiência triste (um batido de gelado, já não sei de que sabor). Ontem, não foi diferente. Experimentámos um gelado de laranja que aconselho vivamente a quem tenha saudades das pastilhas Gorila (ainda existem???) ou de alguns rebuçados espanhóis. Já quem me fez o sumo de papaia esqueceu-se de colocar a fruta. Lembrava vagamente a papaia. Pelo menos não tinha acúcar.
O que nos salvou foi o ar-condicionado e o atendimento (muito rápido).
Felizmente temos boas gelatarias em Lisboa: por exemplo, na Av. De Roma ou na da Igreja. São gelados portugueses e de qualidade, com fruta.
Há dois anos os meus pais ofereceram-me, inspiradamente, uma máquina de fazer gelados. Tenho utilizado a máquina, muitas vezes. No domingo misturei 4 mangas, hortelã e um pouco de frutose. Não juntei água. Ficou maravilhoso.
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