Como a imaginação não tem limites neste blog podem ver desde receitas, artesanato a uma panóplia de coisas

22
Set 10

No Largo V. Damásio nº 3 A (Santos) existe um restaurante italiano, cuja comida não posso deixar de mencionar. Gosto muito de comida italiana, conheço bem a comida do Norte deste país devido aos nosso amigos italianos (que são excelentes cozinheiros) por isso sei que não é fácil confeccionar os molhos, as pastas, etc. Não sei porque é qualquer pessoa acha que pode elaborar uma boa piza ou um bom spagheti à carbonara. Por isso é que proliferam na capital os maus restaurantes italianos (também temos uns muito bons, basta irem à Rua de S. Bento, ao Chiado e a Santa Apolónia. Não se admirem de não mencionar Santa Marta. A razão é simples: a qualidade não corresponde ao preço. Não é aceitável comer uma massa com mariscos, completamente desfeitos ou as sobremesas serem de compra e de má qualidade).

Mas sem dúvida que as experiências gastrónicas em Santos são das piores que já tive. Pedimos uma sopa de tomate para a E. Á primeira colher desatou aos berros, à segunda vomitou. E porquê? porque a sopa era de pacote, cheia de corantes e com um sabor horrível. As crianças de 2 anos já têm paladar!!! O meu espargete à carbonara vinha com uma carne não identificável e com um sabor bastante semelhante ao da sopa da E. Os escalopes do maridinho também estavam sem sabor. Nem sequer arriscámos experimentar uma sobremesa.

O espaço é bonito, com umas cadeiras em veludo a contrastar com as toalhas em xadrez. O atendimento é correcto mas a comida é péssima.

Ai que saudades da comidinha da prima Guya, do Goffredo e do Riccardo (que fez de raíz a melhor massa que já comi na minha vida).

publicado por Susana às 11:02

16
Set 10

Nem nas férias consigo estar quieta. Comprei esta cadeira por 5 euros. A madeira é boa mas faltava-lhe um bocado. A ideia era substituir umas das cadeiras da cozinha, da Tom-Tom, que se partiu. Como gosto de contrastes resolvi misturar, mais uma vez, o moderno com o antigo.Primeiro lixei a cadeira com uma lixa P 220. Limpei e lixei novamente. O meu pai arranjou-me um bocado que faltava com um pedaço de madeira. Como esta não tinha a altura da cadeira utilizámos cola de madeira misturada com raspas. Depois de secar pintei com tinta de madeira preta. Não se nota o remendo. Em seguida colei, seguindo a técnica do guardanapo, papel às bolas. Depois passei um verniz incolor. Optei por não passar o betume da madeira para tapar os buracos porque gosto de objectos vividos. Assim, a cadeira tem uma outra história apesar de não estar perfeita.

O custo total: 9 euros

Carrinho de cebolas e batatas
Comprei o carrinho por 22 euros. Lixei com a lixa P 220 e depois pintei com uma tinta acrílica preta. Depois de secar é que colei o papel às bolas.
Custo final - 26 euros. Ainda não está totalmente pronto.

publicado por Susana às 14:26

A E. não gosta de comer. Ai, parece mesmo a minha avó!!! Ela come de tudo (soja, lentilha, todo o tipo de peixe e carne) mas em poucas quantidades. Ando sempre a inventar receitas, especialmente comida com fruta (A E. gosta muito).

Ontem fiz uns folhados de castanhas muito bons. Aqui vai a receita, inventada por mim. Não via a E. a comer assim há muito tempo. Foi um sucesso.

 

Ingredientes:

400 gr de castanhas congeladas (usei as do Pingo Doce)

massa folhada do DIA (depois de experimentar várias marcas acho que esta cadeia oferece a melhor opção)

1 cebola

1 ovo

alho

manjericão, q.b

limão

alho

azeite, q.b

 

Refoguem a cebola e o alho em azeite. Juntem as castanhas, anteriormente cozidas. Juntem o sumo de meio limão e o manjericão. Deixem 10 minutos ao lume, sem deixar agarrar.

 

Cortem a massa folhada em pequenos quadrados e recheiem com as castanhas. Pincelem as almofadas com o ovo batido e levem ao forno, por 20 minutos. Entretanto, cortem uma beringela às fatias. Coloca-se num recipiente refractário. Coloquem por cima algum azeite, tomilho e as restantes castanhas. Leva-se ao forno.

publicado por Susana às 13:00

14
Set 10

Este ano não vou comprar prendas de Natal para ninguém. Vou fazer todos os presentes. O ano passado incomodou-me muito a quantidade de prendas que a E. recebeu. Não é necessário todo este excesso de consumismo que só a prejudica.

Já a pensar no Natal, preparei licor de Amora (das silvestres, apanhadas por mim) que no Natal estará pronto. Fiz um protector para os bules de chá, em tecido e feltro (ainda não está pronto), com diversos restos, e estou a fazer umas argolas em missangas para o Natal.

Ainda não sei o que vou fazer para o meu pai e para o maridinho!!!!

Até lá coloco as fotos daquilo que ando a fazer.

publicado por Susana às 10:15

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